Sindsegur participa do Congresso Estadual da Força Sindical

Por assessoria de comunicação | Fotografia: Taian Marques

Representantes do SINDSEGUR participaram nesta segunda-feira (06/03) do 8º Congresso Estadual da Força Sindical do Rio Grande do Norte.

O evento ocorrido no hotel Maine, em Natal, contou com a presença de lideranças da direção nacional, como o vice-presidente Miguel Torres, o secretário de relações sindicais, Geraldino dos Santos, o primeiro secretário, Sergio Leite, o Serginho. Além do presidente da Força Sindical do Ceará, Raimundo Nonato, e da Força Sindical do Paraná, Nelson Silva de Souza, o Nelsão.

O debate sobre as reformas da Previdência e trabalhista destacou a importância da unidade do movimento sindical em defesa dos nossos direitos. Entre os encaminhamentos estão a intensificação da mobilização na base e o fortalecimento do trabalho no Congresso Nacional junto a deputados e senadores. O próximo passo dessa jornada será o Dia Nacional de Luta, com mobilização e atos em todo o país em 15 de março.

Para o coordenador geral do SINDSEGUR, Francisco Benedito (Bené), “É gratificante fazer parte hoje da direção estadual da Força Sindical. Nós precisamos da unidade de toda a classe trabalhadora. Os vigilantes patrimoniais do RN têm mostrado isso no dia-a-dia, fazendo greve e construindo as lutas em defesa dos direitos.”

Para o 1º secretário da Força Sindical nacional, Sergio Luiz Leite, o Serginho, “Este congresso se realiza num momento bastante turbulento em nosso país, que vive uma crise econômica e política muito forte, onde os direitos dos trabalhadores estão sendo ameaçados através das propostas de reformas da Previdência e trabalhista. Nossa central, de forma unitária, chama todos os sindicatos, todos os trabalhadores para lutar contra essas propostas de reforma da Previdência para mostrar ao governo que esta reforma é prejudicial aos trabalhadores. Ela iguala a idade mínima entre homens e mulheres, retira direitos de pensionistas, desvinculando do salário mínimo, então, é uma reforma muito ruim a qual vamos lutar contra. Na reforma trabalhista da mesma forma, temos vários pontos questionáveis. Ao mesmo tempo entendemos que é importante fortalecer a negociação coletiva, dar poder e autonomia para o sindicato negociar. Vamos buscar nos debates garantir direitos e avançar na luta dos trabalhadores”.

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