Sindicatos do Nordeste Unem-se em Defesa dos Trabalhadores: Solidariedade e Apelo por Justiça

Na última semana, uma cena de união e determinação marcou o cenário sindical em João Pessoa, Paraíba. Dirigentes sindicais, liderados pela diretoria do SINDSEGUR, representada por Márcio Lucena, Allan Cardeck, Eriberto Teixeira, e acompanhados pelo assessor da CNTV, Iran Marcolino, ergueram suas vozes em prol dos direitos dos trabalhadores, em particular, dos vigilantes representados pelo SINDVIG-PB em seu embate contra a empresa Kairós Vigilância.

Em um ato de solidariedade e compromisso com a justiça social, os sindicatos se uniram para enfrentar as injustiças cometidas contra os trabalhadores. Márcio Lucena, Presidente do SindSegur, fez questão de expressar sua preocupação e solidariedade durante o evento. Ele destacou: “Estamos extremamente solidários, especialmente aos vigilantes da empresa Kairós. Estamos falando de quase mil vigilantes, que constantemente têm seus contratos migrados pelo governo, enfrentando salários e vale alimentação atrasados, entre outros atrasos em seus vencimentos. Não podemos permitir que o governo do estado adote uma postura de ‘não sabe de nada’. Queremos acreditar que o governo não está ciente disso e que a empresa Kairós está prejudicando os vigilantes. Não podemos permitir que os vigilantes sejam massacrados. Há mais de 40 anos atuamos sob a Lei Federal 7.102/83, e os vigilantes, não apenas da Paraíba, mas de todo o Brasil, exigem respeito.”

As palavras de Márcio Lucena ecoaram o sentimento de indignação e urgência compartilhado pelos presentes. No entanto, a voz do assessor da CNTV, Iran Marcolino, trouxe à tona uma questão crucial: a necessidade do governo se engajar nessa luta em prol dos trabalhadores.

“Iran Marcolino destacou a importância da participação do governo nesta batalha em nosso favor. Não se trata apenas de resolver a situação da Kairós, mas também de apoiar a Lei Ante-Calote, em trâmite na ação legislativa. Essa lei é fundamental para proteger o dinheiro público. Precisamos que o governo do estado abra uma conta específica para garantir os direitos dos trabalhadores. Não é justo que, em caso de descumprimento, o governo retire dos bolsos dos trabalhadores aquilo que é seu por direito. Faço um apelo para que se solidarizem com os vigilantes que neste momento enfrentam dificuldades.”

O apelo de Iran Marcolino ressoou não apenas entre os presentes, mas também entre aqueles que buscam justiça e igualdade em todas as esferas da sociedade. A união dos sindicatos do Nordeste em defesa dos trabalhadores é um testemunho do poder coletivo quando se trata de enfrentar a injustiça e defender os direitos fundamentais.

Neste momento crucial, o clamor por justiça e apoio ressoa alto e claro. Os trabalhadores não estão sozinhos nesta batalha, e a solidariedade demonstrada por aqueles que se levantam ao seu lado é um sinal de esperança e determinação para um futuro mais justo e equitativo para todos.

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