Ministério da saúde nega eficácia da vacina contra COVID-19 e não atende solicitação do Sindsegur

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A pandemia provocada pelo novo coronavírus impôs uma série de restrições no modo de vida da população, quer seja pelo isolamento social, quer seja pela adequação aos protocolos e cuidados para aqueles e aquelas que continuaram nas funções fundamentais, para que as condições mínimas de vida fossem mantidas, mesmo com risco de contaminação, como os profissionais de saúde, de assistência social, de segurança e de serviços essenciais.

No dia 24 de março, o Sindsegur notificou o Ministério da Saúde reivindicando a inclusão dos profissionais da segurança privada do Rio Grande do Norte nos grupos prioritários do Plano de Vacinação contra a Covid-19. Os números de contaminados e mortes são catastróficos, no mundo e no Brasil.

A urgência por vacinas que interrompam essa escalada fez com que houvesse um enorme esforço científico mundial, de laboratórios, fundações, universidades, instituições públicas e privadas, com pesquisas, testes e produção das esperadas vacinas, que alimentam as esperanças da humanidade pela cura.

Na contramão desse esforço, o Governo Federal, desde o início, tem a postura de negação da doença e da eficácia das vacinas. A exemplo disso, está a reposta enviada a solicitação da nossa entidade para vacinação dos vigilantes do Rio Grande do Norte.

Cientificamente está comprovado que as vacinas trazem um alento ao combate mais efetivo da Covid-19, porém, não são prioridade do Governo Federal.

O Brasil é um dos últimos países do mundo em que não há plano de vacinação, nem mesmo de compromisso de compras dos insumos básicos necessários para essa imunização.

Constata-se, assim, objetivamente, que todos esses esforços em busca da vacina, e até antes, no combate à pandemia, causaram uma clara divisão no país. O Governo Federal não só nega a doença como age contra o seu combate, numa clara demonstração de irresponsabilidade com a saúde e a vida da população.

Neste momento em que há vacinas disponíveis no mercado, o governo brasileiro põe em dúvida a eficácia das vacinas, propondo inclusive uma série de medidas protelatórias que, se cumpridas, impedirão a imunização de toda população do Brasil em 2021.

Confira na integra:

RESPOSTA DO MS (2)