Hospital Mons. Walfredo Gurgel humilha vigilantes

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Em fiscalização, o sindicato constatou algumas irregularidades ocorridas no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Uma delas foi a retirada da sala, onde os vigilantes tinham a guarda dos seus pertences e onde faziam a troca de roupa. Os vigilantes estão sendo humilhados naquele posto de serviço. A gestão do hospital têm os vigilantes como pessoa insignificantes, obsoletas e sem utilidade. Entretanto, sabemos o quanto precisam dos vigilantes, são útil para aquele momento.

O HWG precisa mudar a sua política interna, deixar de preconceito com os terceirizados e acolhe-los como parte da equipe multidisciplinar. A conduta da administração em relação ao trabalho dos companheiros e companheiras que ali estão para prevenir e defender a integridade física dos funcionários e de seus pacientes, é meramente taxativa, com gestores e supervisores que não valorizam o trabalho do vigilante que está no plantão.

Todavia, já vimos ações importantes por parte dos vigilantes em reprimir ações de bandidos em resgate de presos ou fugas, em evitar agressões físicas a médicos, enfermeiros ou outros profissionais da área. Mas, o hospital retira a sala para troca de uniformes e entrega uma guarita com uma situação precária para troca de serviço, sem condições dignas, uma guarita com situação insalubre e sem condições de trabalho, os vigilantes ficam jogados ao léu dentro do maior hospital do Rio Grande do Norte.

Conclui-se que o Hospital Mons. Walfredo Gurgel com todo o seu preconceito em desfavor dos guerreiros que trabalham nos postos do hospital e comece a ser mais solidário ao trabalhador vigilante, que são seres humanos também não diferentes daqueles profissionais da saúde. Porque todos estão no mesmo barco.