A luta em defesa dos direitos e do emprego é na rua

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//Por assessoria de comunicação

Os vigilantes patrimoniais que trabalham nas agências bancárias, entre outras instituições de âmbito federal, sabem da luta do Sindsegur em defesa dos direitos trabalhistas e do emprego.

O plano de reestruturação do governo Temer, que fechou postos de trabalho nas agências do Banco do Brasil, dos Correios e do INSS faz parte da política de ajuste fiscal do governo federal, que impôs a redução de gastos e o corte de verbas em todos os setores do serviço público.

Além de retirar o emprego de centenas de trabalhadores em todo o país, as reformas do governo Temer colocam em risco os direitos trabalhistas e a aposentadoria. Diante desse cenário de ataques contra a classe trabalhadora o Sindsegur tem organizado inúmeros protestos e participado de importantes audiências para dizer não às medidas de ajuste fiscal do governo federal.

Foto: Taian Marques

A exemplo do ato público em frente ao Banco do Brasil, dia 11 de novembro de 2016, para protestar contra o fechamento de agências e, consequentemente, o fim de muitos postos de trabalho.

Foto: Taian Marques

Além da reunião com o ministro da Previdência, Carlos Gabas, e a presidente do INSS, Elisete Berchiol, no dia 14 de abril de 2015 em Brasília, para tratar sobre a substituição dos postos de vigilância noturna (12 x 36) pela vigilância eletrônica nas unidades do INSS.   

Pois é, em nenhum momento ficamos de braços cruzados enquanto o governo e os patrões se lambuzam na corrupção e colocam a conta da crise nas costas dos trabalhadores. “No dia-a-dia da luta temos manifestado o nosso repúdio a essa política de ajuste de gastos que só prejudica os trabalhadores. A luta contra as demissões é uma das principais bandeiras do nosso sindicato, por isso estamos diariamente na luta em defesa dos direitos e do emprego”, afirmou Francisco Benedito (Bené), coordenador geral do Sindsegur.

Para fortalecer ainda mais essa longa jornada de lutas é preciso que o trabalhador vigilante, ao invés de ficar só criticando no facebook, venha participar dos atos públicos e demais mobilizações organizadas pelo nosso sindicato.